Outubro Rosa: "Doença não me define", diz flaminga que enfrentou o câncer de mama

Outubro Rosa: colaboradora da Flash conta como enfrentou um câncer de mama em 2022 — e mostra a importância do apoio de líderes e colegas no processo.

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"Eu tinha acabado de entrar na Flash e pensava: socorro, o que eu vou fazer com um diagnóstico desses?"

O diagnóstico a que Amanda Santos, 33 anos, se refere é o câncer de mama que descobriu em agosto de 2022. Trabalhar na Flash era uma vontade antiga da gerente de relacionamentos e, pouco mais de um mês após se tornar uma flaminga, como são chamados carinhosamente os nossos colaboradores, ela começou a notar sinais de que algo não ia bem.

"No finalzinho de setembro, senti um desconforto. Um dia, quando fui amarrar o cabelo, senti uma fisgada na axila. E, quando eu deitava, tinha a sensação de uma ervilhinha na mama. Aquilo começou a me preocupar”, diz.

Ela ainda não sabia, mas fazia parte das mais de 66 mil mulheres que seriam diagnosticadas com câncer de mama em 2022, segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional de Câncer).

Inicialmente, Amanda achou que os sinais pudessem estar relacionados ao dispositivo intrauterino (DIU), com hormônios, que usava. Comentou com o próprio time sobre o incômodo e, já pensando em ir ao médico, foi incentivada pelas colegas a fazer um exame.

Um mês depois veio a confirmação do diagnóstico. Preocupada por ainda estar em período de experiência, Amanda conta que se sentiu acolhida pela própria equipe e lideranças de sua área. "Continuei trabalhando, mas com uma super flexibilidade para sair mais cedo ou mais tarde ou ficar de repouso após os exames. Isso foi muito alinhado e compreendido. Eu me emociono porque tive muita força aqui na Flash", relembra.

Assista ao depoimento na íntegra:

Na Flash, tratamento é acompanhado de perto

O apoio que Amanda recebeu não foi algo isolado. De acordo com Ana Lemos, analista sênior de Recursos Humanos da Flash, quando um colaborador chega ao RH com o diagnóstico de uma doença grave, como o câncer, o protocolo da empresa é oferecer todo o suporte necessário, seja emocional ou burocrático.

"Nosso time apoia o colaborador da melhor forma possível, minimizando os impactos durante e depois do tratamento. O que significa que mesmo que o colaborador esteja afastado, ficamos 100% à disposição. Importante frisar que isso ocorre quando a pessoa se sente à vontade para procurar o RH. Os colaboradores, de maneira nenhuma, são obrigados a expor sua condição para a empresa", diz Ana.

A Flash conta, ainda, com uma corretora de saúde que possui uma área médica que fica responsável por oferecer suporte e orientação para os colaboradores, seja na busca por uma segunda opinião ou indicação de exames ou clínicas que sejam referência.

Neste processo participam também os chamados business partners (BPs), profissionais de RH que atuam focados em cada área. São os BPs que ficam em contato com o colaborador no momento do afastamento e também no retorno.

“Porque além do tratamento em si, o emocional fica abalado. E algumas pessoas ficam preocupadas com o trabalho e se perguntam coisas como: 'será que quando eu voltar terei o emprego ainda?' Então, tranquilizamos o colaborador também nesse sentido”, afirma Ana.

Essa inquietação, aliás, não foi diferente com Amanda. Após a primeira sessão de quimioterapia e o início dos primeiros efeitos colaterais, em dezembro de 2023, ela entendeu que o melhor a fazer seria pedir um afastamento.

“Foi muito difícil tomar a decisão de me afastar. Mas, em momento nenhum perdi o contato com o meu time. Sempre conversava e matava a saudade. Durante o tratamento minhas colegas me deram um dia de beleza, foi um apoio muito bonito”, diz.

Novo onboarding após tratamento

Passado o tratamento de quimioterapia, Amanda fez três cirurgias e sessões de radioterapia, sempre acompanhada à distância pelos colegas de trabalho e pelo RH.

Em 18 de agosto deste ano, enfim, Amanda pode voltar ao trabalho. No seu primeiro dia no escritório, seus colegas, por iniciativa própria, resolveram fazer uma festa e receber Amanda com confetes, bolo e docinhos.

“Tinham fotos dos meus cachorrinhos, da minha namorada e do meu filho. Eu colei grau nesse período e tinha minha foto carequinha lá. Foi a melhor recepção do mundo”, conta.

Amanda diz que foi como passar por um novo onboarding e, hoje, ainda tomando medicamentos e injeções mensais, encaminha-se para o final do tratamento celebrando a própria força nesta jornada.

"Eu costumo dizer que o câncer nunca me definiu e nunca vai me definir. Continuo a mesma pessoa, com a mesma capacidade de trabalhar, de realizar os meus sonhos. Ainda há algumas limitações, mas que não impedem que o meu trabalho seja feito com excelência”, afirma.

“Eu sempre tive o apoio da Flash. Além disso, é aqui que eu me sinto útil como profissional. É de onde eu tiro meu sustento, onde eu dou exemplo para o meu filho de que as coisas podem ficar ruins, mas precisamos seguir em frente porque a vida é feita disso”, finaliza Amanda.

 

Flash busca conscientização dos colaboradores

Na Flash, assim como em outras empresas, o mês do Outubro Rosa anualmente é marcado pela conscientização sobre a importância da prevenção e tratamento precoce contra o câncer de mama por meio de comunicados e palestras.

Porém, em 2023, a Flash resolveu ir além: durante todo o mês de outubro, os exames preventivos e de diagnóstico relacionados ao câncer de mama serão isentos de co-partipação para as funcionárias e dependentes.

"Olhamos para os dados da nossa campanha do ano passado e queremos aumentar a aderência feminina. Acho que o ponto inicial aqui é a conscientização. Em parceria com o time de comunicação interna, estamos produzindo materiais com o intuito de mobilizar tanto o público interno quanto externo sobre a importância dos exames preventivos”, afirma Ana.

FAQ: Outubro Rosa

A seguir, listamos algumas informações sobre a campanha Outubro Rosa e a importância do autoexame e da mamografia para um diagnóstico precoce da doença.

O que é Outubro Rosa?

O Outubro Rosa é um movimento internacional criado no início dos anos 90 para conscientizar sobre a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer de mama. Nos últimos anos, o alerta para o câncer do colo de útero também passou a integrar algumas campanhas.

Fatores de risco para o câncer de mama

A chance de desenvolver câncer de mama aumenta com a idade, especialmente, após os 50 anos. Embora homens também possam apresentar a doença, 99% das incidências são em mulheres.

A seguir listamos os principais fatores de risco, de acordo com Cartilha Câncer de Mama: Vamos Falar sobre Isso?, do Instituto Nacional de Câncer (INCA)/Ministério da Saúde:

Fatores comportamentais

• Obesidade e sobrepeso após a menopausa

• Sedentarismo

• Consumo de bebida alcoólica

• Exposição frequente a radiação

Fatores hormonais

• Primeira menstruação antes dos 12 anos

• Não ter tido filhos

• Primeira gravidez após os 30 anos

• Menopausa após os 55 anos

• Uso de contraceptivos orais por tempo prolongado

• Reposição hormonal pós-menopausa, especialmente por mais de cinco anos

Fatores hereditários

• História familiar de câncer de ovário, câncer de mama em homens, câncer de mama em mãe, irmã ou filha, principalmente antes dos 50 anos

Como perceber sinais que podem indicar câncer de mama?

Caroços nos seios, alterações na forma ou secreção saindo do mamilo, nódulos na axila ou no pescoço e pele da mama avermelhada podem ser sinais de câncer de mama e merecem uma investigação mais aprofundada.

Por isso, é importante, além dos exames regulares, como a mamografia, apalpar diariamente os próprios seios para identificar alterações. O autoexame é uma ferramenta importantíssima para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

Mas lembre-se: a qualquer sinal de alteração ou dúvida, busque um médico para receber uma orientação profissional.

Por que o Outubro Rosa é tão importante?

O Outubro Rosa é importante por várias razões, mas especialmente por disseminar informação sobre o câncer de mama, ajudando a desmistificar a doença, além de reforçar a importância do autoexame e de exames para sua prevenção.

Vale lembrar que, segundo o INCA, 1 em cada 3 casos de câncer pode ser curado se for descoberto no início. Consequentemente, o Outubro Rosa colabora para a diminuição da mortalidade em razão da doença, que é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil.

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