64% dos funcionários trocariam cesta de Natal por benefício mais flexível

Para entender como anda a percepção em relação aos benefícios de Natal, ouvimos mais de 500 trabalhadores CLT. Veja resultados da pesquisa.

Flash

Cesta de Natal, panetone ou peru congelado. Será que os profissionais estão satisfeitos com o que recebem das empresas no final do ano? Para entender como anda a percepção das pessoas em relação aos benefícios de Natal, a Flash ouviu mais de 500 trabalhadores CLT em novembro deste ano.

De acordo com levantamento, quase 60% dos trabalhadores (56%) não estão felizes com os benefícios de final de ano. Questionados a respeito, 21% afirmaram que gostariam que o valor fosse mais alto e houvesse maior liberdade de utilização; e 35% disseram que uma mudança de formato seria bem-vinda.

A pesquisa mostrou ainda que quatro em cada dez profissionais não recebem nenhumtipo de benefício de final de ano — o que sinaliza que empresas que apostam em remuneração extra nesta época do ano têm um diferencial competitivo.

Nível de satisfação

Apesar do desejo de receber algo mais alinhado às próprias expectativas, a percepção geral dos funcionários é positiva. Ao avaliar o quanto estão contentes com o benefício de Natal, em uma escala de 0 a 5, mais de 80% atribuíram notas entre 4 e 5 para o benefício. Os principais motivos para essa avaliação foram:

  • Satisfação por receber algum benefício: 48%
  • Liberdade de uso: 14%
  • Visão de cuidado da empresa com o colaborador: 13%
  • Praticidade: 3%

Já entre os 9% que avaliaram o benefício negativamente, com notas entre 0 e 2, os aspectos que levaram à insatisfação foram:

  • Qualidade ou valor abaixo do esperado: 71%
  • Problema com logística ou outro processo envolvido: 29%

Rafael Maia, CRO da Flash, pontua que existe uma expectativa dos funcionários de que as companhias ofereçam algo diferente nessa data do ano. “Quando recebem um benefício de Natal, os colaboradores entendem que há um olhar atento da empresa, o que melhora engajamento e motivação”, diz o executivo.

Ele complementa o raciocínio ressaltando que o melhor caminho para atender a esse anseio é oferecer algo que se adeque à realidade de cada um. “Minha sugestão é que a empresa considere a individualidade de cada empregado, oferecendo um benefício que possa ser utilizado com flexibilidade.”

A tradicional cesta de Natal

Questionados sobre que tipo de benefício recebem, 56% dos entrevistados recebem cestas ou alimentos por parte das empresas na época de Natal. Já 44% são pagos por meio de algum valor disponibilizado via crédito ou em um cartão específico.

Mesmo a cesta sendo o modelo mais tradicional, aqueles que a recebem prefeririam outra solução, sendo que 36% deseja a troca sem nenhum critério adicional e 28% por algum benefício de uso mais flexível — ou com valor maior.

Para Isabella Canelas, responsável pela pesquisa da Flash, é fundamental que as companhias considerem esse cenário para elaborar suas políticas de gratificação.

“O que os números nos mostram é que quase sete entre dez colaboradores que recebem as tradicionais cestas de Natal desejam a troca por algo diferente. Isso é resultado de um contexto em que as pessoas buscam por maior representatividade nas ações das empresas. Além disso, há aumento do trabalho híbrido e remoto, o que impacta a logística.”

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