5 tipos de governança corporativa e como impactam as empresas

Os diferentes tipos de governança corporativa e compliance trabalham juntos para garantir maior segurança nas mais diversas áreas de atuação. Entenda.

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Cada vez mais, a governança corporativa se torna uma preocupação entre as empresas em todo o mundo, e no Brasil não é diferente. O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa aponta em relatório anual que houve um aumento de 14% nos associados à instituição.

Com o aumento da preocupação global em se adequar às leis, surgem diferentes tipos de governança corporativa. Seja para a área de TI, trabalhista ou financeira, as relações éticas e transparentes são necessárias para bons resultados.

Aliada dos diretores, executivos e colaboradores, a governança corporativa e compliance trabalham juntos para ter o máximo de eficiência nas ações. Sem fazer isso, a operação está sujeita a riscos, irregularidades e infrações que podem gerar multas.

Cerca de 94% das grandes empresas têm uma política de “adequar ou explicar”, segundo pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD).

Entre as vantagens de seguir os princípios da governança corporativa estão o aumento da confiança dos consumidores na marca, da longevidade da organização e a diminuição de desvios e fraudes que comprometem o caixa.

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O que é e qual o conceito de governança corporativa?

Trata-se de um conjunto de boas práticas e sistema pelo qual as empresas são dirigidas, monitoradas e incentivadas, que visam gerar o máximo valor. Ela visa garantir os direitos de todas as partes interessadas, desde acionistas minoritários até investidores maiores.

Com os diferentes modelos de governança, os conflitos de interesse entre conselho administrativo e os sócios, por exemplo, é melhor gerido. Para isso, a boa administração preza pela ética nas relações entre todos e a valorização da voz dos colaboradores.

Um programa de compliance, fundamental para as boas práticas de governança, por exemplo, sugere a criação de canais de denúncia. Assim, a transparência é alcançada, gerando confiança, minimizando riscos e reforçando a imagem da marca.

5 tipos de governança corporativa

A boa governança corporativa é reconhecida como uma ferramenta que desempenha um papel fundamental para alinhar interesses. Além disso, traz mais segurança para a tomada de decisão, já que os interesses da diretoria, acionistas e sócios estão nivelados.

Como trata-se de uma área que cresce a cada ano, diversos setores passam a se preocupar com o assunto.Mais do que os departamentos financeiro e tributário, por exemplo, os de TI também precisam conhecer o conceito.

Como a corporativa é a governança mais abrangente que, de um jeito ou de outro, precisa considerar as demais, a separação pode ser feita para facilitar o entendimento. Os principais tipos de governança são:

  • governança trabalhista;
  • governança tributária;
  • governança de TI;
  • governança financeira;
  • governança pública.

Governança trabalhista

A governança trabalhista trabalha em conjunto com o compliance da mesma área. Ambos mitigam ameaças e maximizam o capital humano disponível. A gestão de riscos na área trabalhista é fundamental por alguns motivos, entre eles:

  • evitar processos;
  • aumentar a produtividade;
  • promover a saúde;
  • aumento da satisfação.

Um ambiente de trabalho agradável e confortável, além de evitar doenças, faz com que o nível de satisfação cresça. Ao administrar bem os interesses da empresa, do colaborador e de outros interessados, a instituição tem resultados.

Essa gestão conversa com o Duty of Care e é essencial para promover a segurança. Além disso, ela garante funcionários que passam a ser promotores da marca.

Investir na capacitação e treinamento de funcionários que desejam se especializar, por exemplo, fará com que se sintam valorizados. Dessa forma, o engajamento deles aumenta, a empresa retém talentos e todas as partes têm seus desejos atendidos.

Exemplo de governança corporativa trabalhista

Um exemplo de falta de governança trabalhista recente é o caso da Caixa, no qual seu ex-presidente foi condenado a pagar R$30,5 milhões por assédio a funcionárias. Entretanto, o problema não se reflete somente na pessoa que praticou o crime.

Escândalos desse tipo, além de serem inadmissíveis em um ambiente de trabalho saudável e produtivo, também sujam a imagem da organização e podem se refletir no caixa, inclusive.

Entre outros motivos, porque o impacto negativo na marca leva a menos pessoas consumindo seus produtos e soluções. Dessa forma, para prezar pelo bem-estar dos colaboradores, um bom compliance e governança, é preciso contar com formas de evitar essas situações.

Um canal de denúncia anônimo, por exemplo, além de coibir este tipo de conduta, fará com que funcionários sintam-se mais seguros.

Governança tributária

Assim como o anterior, a governança e o compliance tributário andam muito próximos. A governança define medidas e caminhos que podem ser seguidos para fazer a otimização da declaração fiscal de forma lícita.

Dessa forma, ela fica responsável por garantir o controle e atualização de tudo aquilo que envolve tributos. O compliance, por sua vez, faz a checagem e análise para garantir que nenhuma infração está sendo feita.

Quando bem feito e aliado ao compliance tributário, a empresa evita multas, aumenta seu lucro ao diminuir as cargas fiscais e se mantém conforme a lei.

Exemplo de governança tributária

Assim como a trabalhista, a tributária também mancha a imagem da empresa e custa caro aos cofres da organização. Sejam fraudes fiscais no agronegócio, em empresas de reciclagem, prestação de serviços ou quaisquer outras áreas, a multa pelo crime é alta.

Segundo o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), a multa por sonegação de impostos é igual a 10 vezes o valor do tributo devido, quando réu primário. Enquanto para reincidentes é detenção de 6 meses a 2 anos.

Governança de TI

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Intersecção entre tecnologia da informação e negócios, essa governança preza por processos e decisões assertivas na área tecnológica. Juntamente com o compliance, a governança de TI garante o respeito à LGPD e investimentos corretos.

Atualmente, essa área envolve a coleta e tratamento de dados, que exigem grandes servidores ou ferramentas avançadas. Dessa forma, esse tipo de governança traz clareza para os aportes em estrutura que permitem alcançar objetivos de negócios.

No entanto, para alcançar esse objetivo a alta administração, gestores, analistas e especialistas precisam interagir, visando encontrar os melhores caminhos e soluções.

Governança financeira

Trata-se do conjunto de regras, sistemas e políticas que vão fiscalizar, monitorar e nortear as ações que envolvem os recursos financeiros. Ela preza pela ética e transparência ao lidar com os fundos da organização, visando maior segurança.

O rastreamento das transações, a gestão do desempenho, checagem de KPIs e operações, além da divulgação de informações são trabalhos da governança financeira.

Outras preocupações dessa área são as manutenções do capital intelectual, humano e reputacional, visando sempre a preservação ou otimização do patrimônio.

Além disso, a área examina os investimentos e atuação no mercado para evitar irregularidades internas e externas.

Exemplo de governança financeira

Apesar de ser um extremo, o melhor exemplo de falta de governança financeira é a Operação Lava-Jato. A lavagem de dinheiro, por exemplo, feito pelas organizações nesse escândalo manchou suas imagens, algumas das empresas mudaram seus nomes, inclusive.

Além disso, diversas organizações faliram e fecharam, além de ter seus donos e sócios presos ou cassados. Apesar do caso ser extremo, é uma ótima ilustração daquilo que a falta de compliance e governança financeira causam.

Governança pública

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A governança pública envolve a composição e organização dos serviços e estruturas do Estado de forma que atendam ao interesse público e entreguem valor. Esse processo envolve a avaliação, direcionamento, gestão e monitoramento das políticas do governo.

Prezando pela integridade, confiabilidade, transparência, prestação de contas e responsabilidade, o Decreto 9.203/2017 define valor público como: resultados gerados, preservados ou entregues que deem respostas efetivas às necessidades da sociedade.

Para tal finalidade, a governança pública padroniza a administração pública federal, contando com a ajuda de um colegiado assessor, responsável por auxiliar na condução das atividades.

Entre outras atribuições, o Comitê Interministerial de Governança (CIG) tem as seguintes:

  • orientar estratégia de investimento em infraestrutura de longo prazo;
  • definir medidas e diretrizes para a melhor gestão dos investimentos em estrutura;
  • propor modelos de monitoramento;
  • identificar melhorias e propor ações de governança.

Como a Flash Expense pode ajudar nas melhores práticas de gestão em empresas?

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Prezar por uma administração transparente e ética é fundamental para garantir a longevidade de uma organização. O Governance Officer e o Chief Compliance Officer sabem da importância de minimizar riscos.

O caso da mineradora Vale é um exemplo de governança corporativa e compliance que falharam ao evitar prejuízos. Mesmo que a empresa cresça na bolsa de quando em quando, os danos à imagem da organização serão dificilmente esquecidos.

A imprensa e os órgãos fiscalizadores exigem transparência da corporação, que agora tem suas barragens em nível crítico sob o conhecimento de todos. Para além da análise de riscos estruturais, a governança e o compliance precisam se atentar a diversas leis.

Seja a legislação trabalhista, tributária, a LGPD ou a Lei Anticorrupção, a verificação das informações é fundamental para chegar a conclusões assertivas.

No que diz respeito a minimizar erros na gestão financeira e de despesas e otimizar processos, a Flash Expense ajuda.

O Analytics e Relatórios, por exemplo, é uma funcionalidade que reúne todas as informações referentes às despesas em um único painel. Com ela é possível criar personalizações, montar gráficos automáticos e exportar dados com facilidade.

O grande volume de dados gerado exige análises constantes, que estão sujeitas a erros quando a visualização é dificultada. Com a exportação de relatórios, o gestor pode verificar o material e compartilhá-lo nos mais diferentes formatos e em poucos cliques.

Além disso, o compliance financeiro é fortalecido ao estabelecer regras e diretrizes na plataforma, que notifica irregularidades e dá acesso de forma hierárquica.

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