Desenvolver talentos internos, muitas vezes, é melhor do que buscar pessoas do mercado. Este foi uma das análises trazidos por Patrick Wright, professor da Escola de Negócios Darla Moore (Universidade da Carolina do Sul, parte da Ivy League), convidado do 3º dia do Mirante @ Nova York 2027, uma imersão na cidade de Nova York realizada pela Koru, em parceria com o Flash Humanidades, que reúne um grupo de executivos brasileiros para investigar o impacto, as novidades e o que é fumaça (ou não) na era da IA.

Para Aline Wightman, sócia da Monashees, é intuitivo pensar que desenvolver talentos internos é a melhor estratégia de RH, mas que é positivo ter esse reforço de percepção e dados de uma pessoa que estuda sucessão. 

"Desenvolver em casa, bem desenvolvido, costuma trazer bem mais resultados. É interessante ver dados que fortalecem uma percepção que já temos, principalmente pensando que a especialidade dele [Patrick Wright] é sucessão.
Aline Wightman, sócia da Monashees

Isadora Gabriel, CHRO da Flash, afirma que upskilling e reskiling são bons caminhos para desenvolver estes colaboradores, já que são pessoas que estão adaptadas à cultura e entendem o contexto de negócio. 

O upskilling permite o aprimoramento das habilidades já existentes, preparando os profissionais para atuar de forma mais estratégica e tecnológica em suas funções. Já o reskilling ganha ainda mais importância ao capacitar colaboradores para assumirem novos papéis e desafios, alinhados às profissões e competências que estão surgindo com a evolução do mercado. 

Assista à conversa de Isadora e Aline na íntegra: 

 

Giuliana Saringer
Giuliana Saringer

Jornalista formada pela Cásper Líbero e especialista em mercado de capitais pelo Insper/B3, é editora do Flash Humanidades. Tem passagens pelo UOL, C6 Bank e R7 como repórter de economia e negócios. Na Flash, atua na cobertura de recursos humanos, carreira e futuro do trabalho.

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