Usar a IA no dia a dia profissional é mais sobre a readaptação de funções dos colaboradores do que sobre eliminação de tarefas. Esta é a conclusão de Bianca Franzini, consultora de RH e CEO da Nuvia.

A executiva que faz parte da comitiva de executivos brasileiros que participa do Mirante @ Nova York 2027, imersão na cidade de Nova York realizada pela escola Koru, em parceria com o Flash Humanidades, e que reúne executivos C-Level e nomes da Ivy League para investigar impacto, novidades e o que é fumaça (ou não) na era da IA.

Em conversa ao longo do 2º dia de imersão, Bianca e Isadora Gabriel, CHRO da Flash, conversaram sobre os conteúdos que tiveram acesso ao longo dos dois dias em Nova York.

"Tendemos a conectar eficiência com eliminação, mas o que estamos vendo é que é uma readaptação para as pessoas saírem de situações repetitivas e operacionais para desenvolverem senso crítico a respeito do estão pedindo e estão recebendo [nas IAs e no trabalho].
Bianca Franzini, CEO da Nuvia

Após participar de encontros com Joyce Shen, professora da Universidade da Califórnia e investidora em empresas de tecnologia aplicada, e Jeremy Kagan, investidor de venture capital e professor da universidade de Columbia, Bianca afirma que o principal aprendizado, até aqui, é que é preciso incentivar que as pessoas continuem se especializando em suas áreas e negócios para que consigam fazer análises críticas dos conteúdos que estão sendo produzidos pela inteligência artificial. 

"Assim que vamos ser mais eficientes, porque vamos estar afunilando [o conhecimeto] para fazer cada vez melhor. 

Assista à conversa entre Bianca e Isadora: 

 

Giuliana Saringer
Giuliana Saringer

Jornalista formada pela Cásper Líbero e especialista em mercado de capitais pelo Insper/B3, é editora do Flash Humanidades. Tem passagens pelo UOL, C6 Bank e R7 como repórter de economia e negócios. Na Flash, atua na cobertura de recursos humanos, carreira e futuro do trabalho.

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