Estudos
DESENGAJAMENTO
Só 39% das pessoas está feliz no trabalho
Se os altos índices de desengajamento são a realidade hoje entre os trabalhadores do país, qual é o impacto disso para as empresas? Para se ter noção do impacto, a falta de motivação das pessoas no trabalho traz um prejuízo de R$ 77 bilhões às empresas brasileiras todos os anos. Para se ter noção, quase metade dos trabalhadores brasileiros (44%) admitem perder de uma a duas horas de produtividade por dia por desmotivação e 8% dizem desperdiçar mais de cinco horas do expediente pelo mesmo motivo. Essas descobertas mostram que fortalecer o engajamento não é só uma estratégia de gestão de pessoas, mas uma medida para tornar companhias mais eficientes e rentáveis.
Cenário crítico
68%
dos analistas (sem cargo de gestão) estão desengajados nas organizações
64%
dos que atuam no presencial estão insatisfeitos — modelo com pior índice
63%
da Geração Z está descontente profissionalmente, grupo etário mais crítico
Há um desalinhamento entre o que o RH oferece para engajar e o que engaja de fato

BEM-ESTAR EM FOCO
Menos sobrecarga; mais pressão. Eis a realidade do RH
Se por um lado a IA e a automação começam a aliviar parte da carga operacional da área de gestão de pessoas no Brasil (com redução de 26 pontos percentuais, em três anos, no número de RHs relatando sobrecarga), por outro cresce a expectativa de que o RH participe das decisões estratégicas, lidere transformações e gere impacto no negócio. Como reflexo dessa pressão, problemas emocionais seguem elevados entre a categoria: 6 em cada 10 profissionais de gestão de pessoas convivem com alguma questão relacionada à saúde mental.
Indicadores de saúde mental
40%
enfrentaram transtorno de ansiedade no último ano
28%
dos RHs lidam com distúrbios relacionados ao sono
9%
dos RHs tiveram um burnout – dado que quase dobrou em um ano
As principais questões de saúde mental enfrentadas pelos RHs
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Opiniões
Perspectivas que provocam
Ana Franzoti
CEO e fundadora da Villa Franzoti Desenvolvimento Humano
O que me fez largar o crachá de executiva? Os bastidores da transição de carreira para empreender

Fabio Medeiros
Sócio do Lobo de Rizzo Advogados
Roleta russa jurídica: por que empresas ainda se arriscam tanto na contratação de VA e VR?

Rosa Alegria
Futurista profissional e pioneira do foresight estratégico no Brasil
Diversidade geracional: a revolução transetária nas empresas

Guillermo Gomez
Sócio e CRO/CMO da Flash
DESALINHAMENTO
O dilema do alto escalão
A relação entre as cadeiras de negócio e de pessoas vive um descompasso. Esta é uma das principais revelações do estudo inédito "A Visão dos CEOs sobre o RH", realizado pela Flash em parceria com a FIA Business School.
Apenas 24% dos CEOs indicam seu líder de RH
Estudo indica NPS dos RHs de -7

IMPACTO
58%
dos líderes afirmam que RH precisa aumentar presença nas decisões do negócio
APOIO
17%
dos CEOs dizem que recebem o suporte adequado do seu RH
DECISORES
76%
dos CEOs impulsionadores entendem que o RH deve ir além de um papel de suporte, influenciando decisões
Uma conversa honesta sobre a distância entre CEOs e RHRicardo Salem, CEO da Flash, e André Fischer, pesquisador da FIA debatem os dados do estudo A Visão dos CEOs sobre o RH e entendem caminho para diminuir descompasso
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